Alimentação saudável começa na infância

Uma alimentação equilibrada garante o crescimento e o desenvolvimento adequado das crianças. O aleitamento materno é o primeiro passo na direção da formação de hábitos alimentares saudáveis. 

Estudos recentes mostram que crianças desnutridas têm maior chance de desenvolver doenças crônicas na vida adulta, como obesidade, diabetes tipo 2 e doenças do coração. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade na infância também pode levar às mesmas conseqüências.  

Portanto, a formação de hábitos alimentares saudáveis deve ser adotada desde cedo.  A alimentação adequada, além de ser requisito básico para o crescimento das crianças, é fator essencial para garantir uma vida adulta livre de doenças.

O aleitamento materno é o primeiro passo nesta direção, pois garante proteção contra infecções e previne a obesidade infantil. O leite materno deve ser exclusivo até o 6.º mês de vida. Após esta fase, a criança deve começar a receber outros tipos de alimentos (de forma lenta e gradual).

O Ministério da Saúde define que uma alimentação saudável deve ser naturalmente colorida, ter harmonia entre a quantidade e a qualidade dos alimentos e ser acessível (barata). Além disso, ela deve valorizar as preparações tradicionais e ser sanitariamente segura.

Segundo especialistas, uma das maneiras de se formar bons hábitos alimentares é valorizar as refeições em família, pois as crianças tendem a observar e a imitar o comportamento dos adultos. Uma família que se reúne durante as refeições e opta por um cardápio variado e equilibrado certamente irá  estimular a criança a experimentar novos sabores.

A escola também tem papel fundamental neste processo por meio da inserção da nutrição no conteúdo programático e cuidados com a merenda.  

Com o objetivo de auxiliar na promoção de bons hábitos alimentares na infância, o Ministério da Saúde definiu os “10 Passos para uma Alimentação Saudável”. Confira alguns deles:

– A partir dos seis meses, oferecer à criança os alimentos complementares (cereais, tubérculos, carnes, frutas e legumes) três vezes ao dia (se a criança ainda estiver recebendo leite materno) e cinco vezes ao dia (se estiver desmamada).

 – A alimentação complementar deve ser oferecida sem rigidez de horários, respeitando-se sempre a vontade da criança.

– A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida de colher; começar com consistência pastosa (papas /purês) e, gradativamente, aumentar a sua consistência até se assemelhar à refeição da família.

 – Evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas nos primeiros anos de vida. Usar sal com moderação.

 – Estimular a criança doente e convalescente a se alimentar, oferecendo sua alimentação habitual e seus alimentos preferidos, respeitando a sua aceitação.

 É importante lembrar que a prática de atividade física é item indispensável na formação de hábitos de vida saudável. E em caso de dúvida, procure sempre seu médico ou nutricionista.

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