A Dieta do Mediterrâneo

A dieta Mediterrânea recebe esta denominação por ter sido moldada pelo clima e pela tradição agrícola da região do mar Mediterrâneo. As populações que desfrutam dessa riqueza apresentam os mais baixos índices de Doenças Crônicas Não Transmissíveis e as mais altas taxas de expectativa de vida.

Muitos autores caracterizam a dieta pelo alto consumo de cereais integrais, frutas, hortaliças, leguminosas, oleaginosas, azeite de oliva e produtos lácteos; consumo moderado de vinho, peixes, aves, ovos e doces; e baixo consumo de carnes de outras origens. O resultado desta combinação é uma alimentação rica em fibras, vitaminas, minerais, carotenóides, flavonóides e uma alta proporção de ácidos graxos poliinsaturados para saturados, com destaque para o ômega-3.

Entretanto, muitos defendem que a dieta Mediterrânea deva ser estudada de uma forma mais ampla, observando-se aspectos de sua estrutura culinária e estilo de vida das populações.

Recentemente, a dieta Mediterrânea foi incluída na lista dos patrimônios culturais intangíveis da humanidade da UNESCO (United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization) e pode ser considerada uma estratégia de saúde pública na redução do risco de morbidade e mortalidade na população em geral.

Fonte: Portal de Nutrição e Saúde da Nestlé – uma área destinada aos profissionais de saúde (https://www.nestle.com.br/nestlenutrisaude/)
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