Transtorno Alimentar

Comunicado importante:

O Ambulim/HC – Instituto de Psiquiatria FMUSP- Hospital das Clínicas está abrindo triagem para tratar homens com Transtorno Alimentar. 

Telefone para contato: 3069-6975 ( falar com Elaine ou Rita)

Endereço:
Rua Ovidio Pires de Campos, 785 IPQ 1ª andar

Sobre Transtornos Alimentares:

A insatisfação com a imagem corporal pode levar à adoção de comportamentos nocivos à saúde na tentativa de se adequar ao modelo de beleza idealizado, mas muitas vezes distante do saudável.  De modo geral, as mulheres apresentam nível de insatisfação corporal maior que os homens, assim como maior prevalência de transtornos alimentares. Estudos apontam a associação entre insatisfação corporal e sintomas depressivos, estresse, baixa auto-estima, maior restrição alimentar e limitações quanto à prática de atividade física e outras atividades onde ocorre a exposição do corpo.

Algumas pessoas acreditam, erroneamente, que a magreza deva ser estimulada e até idolatrada, devido aos níveis atuais de obesidade. Na verdade, o que deve ser estimulado são os bons hábitos: alimentação saudável e prática regular de atividade física. Pessoas com hábitos saudáveis são saudáveis e não é apenas o peso que determina isto. Estipular metas irreais faz com que as pessoas se sintam frustradas, aumentando a insatisfação corporal e fazendo com que muitos desistam de tentar algo mais saudável, pois sentem que a meta é impossível de ser atingida.

O alimento não pode ser fonte de culpa, medo, obsessão e paranóia. Deve sim ser um facilitador de relações, elemento de festa, prazer, conforto, expectativa positiva, boas memórias, demonstração de afeto. A comida tem funções simbólicas, tão importantes quanto às funções nutricionais.

Fonte: Trechos da entrevista com a Dra. Marle Alvarenga (nutricionista do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP) para a Revista Nestlé Bio no 12.