Pirâmide Alimentar é redesenhada: conheça o que mudou

Esquema gráfico que indica a proporção de cada tipo de alimento que deve ser ingerida diariamente, a pirâmide alimentar adotada no Brasil foi criada em 1999, pela pesquisadora Sonia Tucunduva Philippi, do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo). Agora, pela primeira vez, o instrumento de consulta passou por modificações para melhorar a qualidade da dieta dos brasileiros.

As proporções continuam as mesmas, assim como a disposição dos grupos de nutrientes na pirâmide. O que mudou foi a inclusão de alguns alimentos, como o arroz integral , as folhas verdes-escuras, peixes como salmão e sardinha e oleaginosas como castanha-do-pará.

“O redesenho e a inserção de novos alimentos foram necessários para melhor adaptação à dieta e aos hábitos culturais dos brasileiros. A refeição é um momento no qual se deve ter prazer. Então, as boas escolhas alimentares também devem levar esses fatores em consideração”, declara Philippi.

Fonte: UOL Notícias Saúde (13 jul 2013)

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Estudo mostra que a falta de sono pode levar ao aumento de peso

Fonte: Veja Saúde online

O hábito de dormir pouco leva uma pessoa a comer mais do que necessita, especialmente nos horários em que deveria estar dormindo.

Passar cinco dias dormindo pouco – menos do que cinco horas por noite — pode ser o suficiente para fazer com que uma pessoa engorde cerca de um quilo, concluiu um novo estudo da Universidade do Colorado em Boulder, nos Estados Unidos. De acordo com a pesquisa, quem passa mais horas acordado, embora gaste mais energia, come mais do que precisa e, assim, ingere uma quantidade de calorias maior do que gasta, especialmente à noite, o que acaba promovendo o ganho de peso.

Essas conclusões foram publicadas nesta segunda-feira no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS). Segundo escreveram os autores do estudo no artigo, diversos estudos já relacionaram o hábito de dormir pouco a uma maior propensão à obesidade, mas poucos conseguiram encontrar uma explicação para tal associação.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Impact of insufficient sleep on total daily energy expenditure, food intake, and weight gain

Onde foi divulgada: periódico PNAS

Quem fez: Rachel Markwalda, Edward Melansonb, Mark Smitha, Janine Higginsd, Leigh Perreaultb, Robert H. Eckelb e Kenneth Wright

Instituição: Universidade do Colorado em Boulder, EUA

Dados de amostragem: 16 pessoas com uma média de 24 anos

Resultado: Dormir menos do que cinco horas por noite, durante cinco dias, pode engordar, em média, um quilo. Em comparação com pessoas que dormem nove horas por noite, quem tem um sono de apenas cinco horas gasta mais energia, mas consome mais calorias, especialmente após o jantar

Pesquisa da USP mostra que comer fora de casa pode aumentar o risco para excesso de peso

MARIANA LENHARO – Agência Estado

Entre os paulistanos, quem tem o hábito de comer fora de casa tem também maior risco de estar acima do peso. Essa é a conclusão de um estudo da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), que também mostrou que a variedade de alimentos consumidos em restaurantes e lanchonetes, mais ricos em gordura, está associada a um maior índice de hipertensão.

O estudo se baseou em dados do Inquérito de Saúde de Base Populacional no Município de São Paulo (ISA-Capital), feito entre 2008 e 2009 e financiado pela Secretaria Municipal da Saúde. Foram 834 pessoas entrevistadas, entre adolescentes, adultos e idosos, das quais 32% afirmaram fazer pelo menos uma refeição fora de casa por dia.

Segundo a autora do estudo, a nutricionista Bartira Gorgulho, o consumo de alimentos gordurosos é facilitado em restaurantes e lanchonetes. Bartira acrescenta que é perfeitamente possível ter uma alimentação saudável fora de casa sem gastar muito com isso. Restaurantes por quilo, por exemplo, geralmente oferecem várias opções de verduras e legumes.

Para a nutricionista Ariana Fernandes, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), um dos motivos que elevam a quantidade de calorias das refeições feitas fora de casa é a falta de tempo. “Muitas vezes, as pessoas optam por um lanche rápido, que quase sempre é bem mais calórico que uma refeição balanceada.”

O brasileiro come fora cada vez mais. A Pesquisa de Orçamentos Familiares do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) aponta que, em 2003, os gastos com alimentação fora do domicílio entre a população urbana representava 25,7% dos gastos totais com alimentação. Em 2009, essa parcela subiu para 33,1%. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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O impacto do Super Bowl na dieta dos americanos

Quem curte futebol americano (como eu!) sabe que domingo, dia 03/02/13, é o grande dia. É o dia do Super Bowl, jogo que determina o campão anual da National Football League (NFL). Esse ano, o evento acontece em New Orleans e os times que se enfrentam são o Baltimore Ravens e o San Francisco 49ers.

Mas, você deve estar pensando: “O que  Super Bowl tem a ver com nutrição”?

Além de ser, há anos, o programa mais assistido na televisão americana, o dia do Super Bowl é considerado o segundo maior dia de consumo de alimentos nos EUA.

O evento é propício para festas e comemorações, que levam ao consumo massivo de itens classificados na categoria de “snacks”, que incluem salgadinhos e aperitivos.  Além deles, os mercados de cervejas, oleaginosas (castanhas, amêndoas) e food services também sofrem um enorme crescimento nessa data.

Operadores como Pizza Hut e Taco Bell adequam seus estoques e funcionários para a grande demanda do próximo domingo. Eles oferecem, ainda, combos de refeições temáticas, que, historicamente, são grandes sucessos de vendas durante o evento.

Por outro lado, os especialistas afirmam que o consumo de frutas decresce consideravelmente nessa data.

Conclusão: Dia de Super Bowl é dia de FESTA e não de pensar em dieta.

Bom jogo!!

EI

Fonte: Euromonitor

Dieta Mediterrânea adaptada com produtos do Brasil pode reduzir risco para doenças cardiovasculares

Fonte/ Adaptado de: Fernanda Bassete – O Estado de S. Paulo

Projeto do Hospital do Coração com o Ministério da Saúde substitui ingredientes caros

A ideia é simples: substituir os alimentos da dieta mediterrânea por ingredientes brasileiros, mais baratos, respeitando as características regionais do País. Foi assim que nasceu a dieta cardioprotetora brasileira, num projeto do Hospital do Coração (HCor) em parceria com o Ministério da Saúde.

Os resultados, publicados em dezembro na revista científica Clinics, são otimistas: mostraram que os pacientes que receberam a dieta adaptada conseguiram perder peso e reduzir os índices de pressão arterial, a glicemia, o triglicérides e o índice de massa corporal (IMC).

Pacientes dos grupos-controle, que receberam a dieta mediterrânea, também melhoraram os índices, mas de maneira menos intensa. Agora, a pesquisa será ampliada e realizada em 40 hospitais do Brasil, exclusivamente com pacientes do SUS.

A dieta mediterrânea é reconhecida por seu efeito protetor ao coração. Ela é composta por alimentos típicos de países banhados pelo Mar Mediterrâneo e baseada no alto consumo de peixes, frutas, legumes, cereais e azeite. Também estimula o consumo moderado de vinho.

BANDEIRA DO BRASIL
O cardápio adaptado contempla todos os tipos de alimentos. O diferencial é que eles foram divididos em três cores, de acordo com a bandeira brasileira: verde (frutas, verduras, legumes e desnatados), amarelo (pães, massas, arroz e batata) e azul (carnes, peixes e aves). A ideia é pensar na bandeira na hora de montar o prato, respeitando a proporção das cores. “Alimentos do grupo verde devem ser consumidos em maior quantidade, os amarelos de forma moderada e os do grupo azul em menor quantidade.

Aplicativos de nutrição: qual é o seu favorito?

Existem vários aplicativos que prometem ajudar a equilibrar a alimentação e a perder peso.

Uma matéria publicada pelo globoesporte.com  apresentou e explicou a funcionalidade de alguns desses softwares.

Você já utilizou algum deles? Como foi a sua experiência?

Verão: alimentação saudável favorece a imunidade

Alimentação balanceada auxilia na manutenção do bom funcionamento do sistema imunológico para evitar doenças como gripes, resfriados, infecções respiratórias, otite, conjuntivite, herpes, problemas gástricos entre outros.

Consumo adequado de frutas, legumes e verduras, que são alimentos ricos em vitaminas e sais minerais, cujo papel principal é regular as funções do organismo. A recomendação é de pelo menos três a cinco porções de frutas e de 4 a 5 porções de verduras e legumes, diariamente.
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As frutas ricas em vitamina C como laranja, limão, acerola e morango são importantes agentes antioxidantes, prevenindo o envelhecimento e desgaste celular.

As verduras e legumes como brócolis, espinafre, beterraba, tomate, escarola e alface são ricos em ferro, vitaminas e fibras, contribuindo para o bom funcionamento intestinal, redução do colesterol e prevenção de alguns tipos de  câncer. Não podemos esquecer os outros grupos de alimentos como os cereais, que fornecem energia para manter nosso corpo em movimento. As carnes bovinas, de frango e peixe, ovos, leite e seus derivados como queijos e iogurtes que, além de nos fornecer proteínas responsáveis pela produção e reparação dos nossos tecidos corporais, auxiliam no fortalecimento do nosso sistema imunológico.

Já as gorduras também contribuem beneficamente para o bom funcionamento do nosso organismo, como por exemplo, o azeite de oliva que é rico em ômega 3 e pertence a uma categoria muito especial de gordura que auxilia no controle do colesterol e triglicérides. Os alimentos consumidos de maneira isolada não têm efeito benéfico. O correto é nos alimentarmos de forma regular e sem excessos.

Autor: Dra. Rita Helena Bueno Pinheiro – Coordenadora do Programa de Alimentação e Nutrição da Secretaria Municipal da Saúde (SMS).
Fonte: Nutrição em Pauta